Ontem, pela primeira vez, fui ver o Sporting. Foi fantástico, eu estava de certa maneira ansiosa porque era a primeira vez que ia ver o clube do meu coração, e teria sido melhor se o Sporting tivesse jogado alguma coisa de jeito. Estava demasiado lento, só jogava para trás; houve partes daquele jogo que foram um horror para quem gosta de futebol. Eu sinto que dou azar às equipas que apoio.
O melhor de tudo foi que o Izmailov, o Pereirinha e, depois do intervalo, o Renato Neto estavam sentados mesmo atrás de mim e pude ver o André Martins, a coisa mais adorável à face da terra.
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